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Mulheres na música contemporânea: por que ainda somos minoria nos palcos?

Capa dos anais do IV SIBRAM
Capa dos anais do IV SIBRAM

Implicações sociais da inserção de compositoras nos concertos de música

contemporânea: um recorte do grupo MUDA!Título do meu último trabalho em parceria com colegas do grupo MUDA! que fez parte do SIBRAM - Simpósio Brasileiro de Musicologia.

Em 2024, nós do Grupo MUDA! – Música da Atualidade começamos uma investigação que virou artigo. Eu, junto com meus colegas, nos debruçamos sobre os programas de concertos de música moderna e contemporânea em São Paulo, coletando materiais dos grupos dos quais fazemos parte, sempre com o apoio dos coordenadores dessas formações.
A partir dessa análise, uma questão ficou clara: onde estão as compositoras nesses concertos?
Apesar de iniciativas de incluir obras de mulheres, a representatividade feminina segue sendo minoria em relação à dos compositores homens. Isso nos levou a perguntar: por que ainda é tão difícil alcançar a equidade de gênero na música?
No caminho, encontramos diversos obstáculos: a baixa presença de mulheres não só como compositoras, mas também como intérpretes, regentes, gestoras – e até nos livros didáticos de música, onde raramente são mencionadas.

💡 Questionar essa realidade é o primeiro passo para transformá-la. Só assim poderemos abrir espaço para que mais mulheres estejam no palco, nas gestões e também registradas na história da música.


 
 
 

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